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“A família não nasce do nada, para se formar, transforma em património comum o que é pertença de dois… com base na negociação e renegociação” (Relvas,1996, p.33). Para tal, torna-se fundamental:

– A Definição do modelo conjugal (1+1=3)

– O Desenvolvimento de uma comunicação funcional

– A Clarificação das suas fronteiras

A conjugalidade surge, então, “quando dois indivíduos se comprometem numa relação que pretendem se prolongue no tempo. O casamento assinala que o compromisso foi assumido, pelo que falar em casamento neste contexto significa que dois indivíduos deram início ao ciclo vital do casal e, logicamente, da família, não sendo absolutamente necessário a sua ‘legalização’. O que está em questão é assumir o desejo de viverem juntos, a criação de um lar e de um modelo relacional próprio; referimo-nos a um processo, mais do que a um momento” (Relvas, 1996: 51).

A verdade é que fomos feitos para amar e para sermos amados, sendo esta a principal fonte para sermos felizes: ter um/a companheiro/a para todas as adversidade, que seja amigo/a, amante e até um pouco nosso psicólogo (Morais, 2015).

Uma relação sólida permite, então, ter a sensação de que somos mais fortes, mais confiantes, e mais capazes. Mas ter alguém ao nosso lado que não nos faz felizes pode trazer mais consequências negativas do que estar sozinho/a (Morais, 2015).

Nesse sentido, torna-se fundamental compreender que a relação conjugal “é a única relação em que conceitos como ser educado, normal, não agressivo não têm qualquer sentido. Cada dois criam as suas regras de relação que muitas vezes são difíceis de compreender para quem está de fora” (Gameiro, 1999:99).

A conjugalidade constrói-se e por vezes, apesar de haver investimento e vontade de ambas as partes, nem tudo corre bem. Surgem problemas e discórdias que podem dar lugar ao conflito aberto, ou mesmo ao conflito silencioso, que afasta o casal. Se a nossa saúde mental depende também, em grande parte, das relações que estabelecemos onde nos sentimos bem e amados, problemas na conjugalidade que persistem não devem ser desvalorizados. Existem profissionais de saúde mental que podem ajudá-los.

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